quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Projeto já reúne 150 músicas dos Beatles regravadas com ukulele

O projeto The Beatles Complete On Ukulele alcançou nesta terça-feira, dia 29, a marca de 150 músicas dos Beatles regravadas com ukulele com a públicação de “I need you”, de George Harrison. A escolha é uma homenagem ao Beatle, falecido há exatos 10 anos.

O projeto, criação dos produtores Roger Greenawalt e David Barratt, começou em janeiro de 2009 e termina no dia 24 de julho de 2012, véspera da abertura da Olimpíada de Londres, quando eles esperam estar com todas as 185 músicas compostas por Lennon-McCartney e George Harrison no site do projeto.

Ouça a versão de “I need you” gravada para o projeto por Ukulele Ray.



Ouça no player abaixo todas as músicas do projeto com todo o repertório do projeto.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Conteúdo a mais

Nas palestras que tenho feito sobre uso de mídias sociais no jornalismo tenho repetido que editor de mídias sociais é quem cria conteúdo a partir de ferramentas como Twitter, Google Maps, Flickr, YouTube, entre outras. E entre os exemplos de conteúdos que podem ser criados a partir de mídias sociais, costumo citar as listas de reprodução ou playlists do YouTube. E meus amigos da AllPress, assessoria de comunicação com sede aqui em Florianópolis, aplicaram isso em um post que eles publicaram agora há pouco sobre o show que a banda Nenhum de Nós fará amanhã na festa de fim de ano da Associação Comercial e Industrial. Como o show é temático - só músicas dos Beatles - a AllPress foi ao YouTube, criou uma lista de reprodução e adicionou vídeos do Nenhum de Nós tocando músicas que estarão no repertório de amanhã. Simples e de grande utilidade. Escreve sobre um show e oferece um conteúdo a mais para o leitor. Não fica só no link para o site da banda ou na publicação de um único vídeo que nem sempre dá a exata dimensão do que é o show. Curti e vou até reproduzir a lista.



Saiba mais sobre o show do Nenhum de Nós no blog da AllPress.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O que mais posso dizer?

Este post deveria tratar somente da versão em português que o Ovelha fez para “Hotel Califórnia”, o grande sucesso do Eagles. “Quero morar com você na Califórnia” é de 2008, não emplacou, mas Ovelha insiste, tocando a versão em suas aparições na TV. Foi numa dessas aparições que descobri a pérola que você assiste no clipe abaixo.



Poderia terminar aqui mais este post da tag target="_blank"Versão Brasileira. Mas como o maior sucesso da carreira do Ovelha, “Te amo, o que mais posso dizer” (mais conhecida como “Sem você não viverei”), também é uma versão, fui atrás da gravação original para ilustrar o trabalho versionista do Ovelha.

E para minha surpresa, “More than I can say”, a original do sucesso do Ovelha, é de autoria de Jerry Allison e Sonny Curtis, dois integrantes da formação original dos Crickets, que acompanhavam Buddy Holly. Muito provavelmente Holly teria gravado a música não fosse o acidente aéreo que o vitimou em 3 de fevereiro de 1959. Neste mesmo ano, após a morte do seu band leader, a música foi gravada pelos Crickets remanescentes e posteriormente virou sucesso na voz de Bobby Vee em 1961.

Bobby Vee é um dos muitos cantores cantores que surgiram na primeira década de 50, a primeira década do rock. E ele tem uma ligação curiosa com Buddy Holly. Ele já havia gravado “Peggy Sue” e acabou sendo um dos artistas escalados para dar continuidade à fatídica turnê Winter Dance Party que Buddy Holly estava fazendo com Ritchie Valens e The Big Bopper até o acidente aéreo. E repare na gravação de “More than I can” que Vee dá uma soluçada para marcar uma palavra, característica que virou uma das marcas registradas do estilo de cantar de Buddy Holly.

Ouça Bobby Vee cantando “More than I can say” (“uouo iêiê” não tem tradução...).

Mais um varal

Encontrei mais um grafite de varal em um muro de Florianópolis. É o terceiro. Desta vez na rua Victor Meirelles, no centro, ao lado da Kibelândia, tradicional bar da cidade. Os outros dois varais estão na avenida Mauro Ramos, perto do Banco Redondo, e na rua Lauro Linhares, no muro do Corpo de Bombeiros, como conto no post que publiquei no dia 25 de outubro. Onde será grafitado o próximo varal?

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Descuido e omissão

O jornalista Ney Pacheco, com quem trabalhei na APUFSC lá em 2001/2002, está internado no hospital Celso Ramos, em Florianópolis, depois de passar por complicações na circurgia de redução do estômago em uma clinica particular da cidade. Torcedor-blogueiro do Figueirense, Ney é filho da escritora e professora (minha e de muitos colegas do jornalismo da UFSC) Regina Carvalho, que está escrevendo sobre a situação enfrentada pelo filho no Crônicas da Regina. No post mais recente, Regina aborda a mercantilização da saúde ao contar a forma estúpida com que a clínica particular e o médico (ir)responsável pela cirurgia trataram Ney diante das complicações. A seguir alguns trechos do post A parte difícil.

Não vou dizer que houve imperícia, porque não tenho competência para fazer tal julgamento. Mas houve descuido, e houve omissão - quando o quadro do Ney começou a complicar, ele (o médico) simplesmente desapareceu. (...)

Vejo meu filho lutando bravamente pela vida, inclusive se submetendo a uma cirurgia que já é indício dessa disposição: levou três anos para se decidir, e quando o faz é tratado dessa maneira. Fico muito, muito indignada: com o desrespeito, com a falta de ética, com a cupidez.

O Hospital Celso Ramos é do SUS. E ali tenho visto os pacientes serem tratados com dignidade: pedem licença ao Ney para retirar sangue, mesmo estando ele inconsciente; cuidam de suas extremidades, que podem se machucar pela imobilidade; passam constantemente em seu leito. (...)

Os médicos procuram nos passar boletins adequados: não tentam assustar, mas não tentam também criar falsas expectativas. Não precisei correr atrás de nenhum para ter informações. Na hora do boletim, elas nos são passadas. Nos respeitam e respeitam o Ney
Leia o post completo e mande suas boas vibrações para o Ney Pacheco para que se recupere logo para acompanhar seu Figueira (tem gosto pra tudo) e volte até a encher o saco dos torcedores do Avaí no Twitter com sua coleção de piadinhas sem graça. Força, Ney.

Blog destaca fotos que concorrem a prêmio do National Geographic

O Big Picture, blog de fotos do Boston.com, publicou um post reunindo concorrentes ao Prêmio National Geographic de Fotografia, com participação de fotógrafos de todo o mundo. É uma foto mais espetacular que a outra, divididas nas categorias Natureza, Pessoas e Lugares, dentro do perfil editorial que caracteriza os veículos National Geographic. Das 54 fotos do post, destaco a de Magdalena Rakita que mostra o por do Sol no deserto de Atacama, no Chile (foto tirada em julho deste ano).

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Cotidiano colaborativo

O Cotidiano, site de notícias produzido por estudantes do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, inaugurou na sexta-feira um canal colaborativo para a participação dos leitores na produção de conteúdo.

Depois de fazer o cadastro no site, os leitores podem enviar textos, fotos e vídeos que serão publicados com os devidos créditos e sem edição posterior na página Cotidiano Colaborativo. A iniciativa é inovadora entre os sites de notícias de Florianópolis que normalmente reservam a participação dos leitores para os murais e as áreas de comentários ou pelo envio de informações por e-mail.

No player abaixo, três vídeos mostram como fazer seu cadastro e como ser um colaborador do Cotidiano enviando textos, fotos e vídeos. Assista, aprenda e participe.



Acesse www.cotidiano.ufsc.br.

domingo, 13 de novembro de 2011

Facebook “engraçadinho”

O Facebook ainda não virou a central de reclamações que é o Twitter nem o “famoso site de relacionamento” que os telejornais visitam para encontrar o perfil de um usuário envolvido em algum crime. Mas já é uma “central de entretenimento” em que os usuários compartilham cada vez mais “imagens engraçadas”, como o “carro” do Sílvio Santos (identificado pela placa-bordão) ou a prateleira de Nano “cantando” Beatles. Algumas são imagens novas, outras já circularam na internet a partir de outros canais como o Tumblr.

No slideshow abaixo, sete imagens compartilhadas pelos meus amigos nas duas últimas semanas no Facebook.

sábado, 12 de novembro de 2011

Sobre Galvão no UFC

A escalação de Galvão Bueno para narrar a primeira luta do UFC na Globo rendeu e rende muitas piadas, mas o buraco é mais embaixo. Afinal, com fiascos nas últimas Copas e na Fórmula 1, faz tempo que Galvão não tem sua imagem vinculada a uma grande conquista do esporte brasileiro. Por isso, faz sentido levá-lo para o esporte em que os brasileiros têm performances destacadas, são competitivos e entram nas lutas sempre com grandes chances de vitória.

A partir da decisão de tirar Galvão da transmissão do GP de Fórmula 1 deste domingo para colocá-lo no UFC, o jornalista Flávio Gomes escreve um post que aprofunda o súbito interesse da Globo pelas lutas de MMA. Escreve o Flávio, também comentarista dos canais ESPN:

Isso (Galvão no UFC e não na F1) tem enorme significado. Considerações sobre Galvão à parte — há os que gostam, os que não gostam, os que não suportam, os que amam, isso não importa —, a escalação do principal narrador da maior emissora de TV do país para fazer uma luta em vez de uma corrida significa que a F-1 morreu.

Isso mesmo, camaradas: morreu. A Globo é pautada pela babaquice geral das cabeças que se acham pensantes em sua direção. Algum gênio, em algum dia no passado, decretou que esporte bom é esporte que tem brasileiro ganhando. Graças a tal dogma estabelecido, imutável, pétreo, ganhamos, nas manhãs de domingo, campeonatos mundiais de futebol de areia, torneios interplanetários de peteca na praia, desafios internacionais de futebol de salão, competições de natação em rios amazônicos e provas de pedestrianismo em Belo Horizonte criados e elaborados com um único objetivo: para que atletas e/ou times brasileiros vençam, para que a vinhetinha Brasil-sil-sil possa ser executada à exaustão, para que a patuleia, por volta do meio-dia, se sinta a mais vitoriosa do planeta e possa mandar servir o espaguete e abrir a Brahma. (...)

Galvão vai narrar a luta de UFC hoje (ou luta de MMA? Afinal, qual é o esporte, UFC ou MMA? Puta bosta, isso), fará elogios rasgados à modalidade, ao seu crescimento, à sua popularidade, ao dinheiro que movimenta, ao profissionalismo, à idolatria pelos lutadores, aos incríveis brasileiros que dominam o octógono e nem podem andar na rua sem dar autógrafos, que são celebridades, que são demais, Brasil-sil-sil, salve a família Gracie, e a luta vai estar nas TVs dos bares e dos lares, e os melhores momentos estarão no “Fantástico” e no “Jornal Nacional”, além de todos os programas de esportes da emissora que falam dessa luta há dias, e vamos virar a pátria do MMA e do UFC, como se já não houvesse violência bastante por aí para dispensar porradas na cara, dentes quebrados, sangue jorrando, gente urrando em horário nobre, para milhões, milhões de telespectadores retardados que acham legal tudo que a Globo coloca no ar.
Leia o post completo de Flávio Gomes.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O legítimo comentarista “pura emoção”

O jornalista Tiziano Crudeli apresenta um programa curioso no canal 7 Gold, na Itália. O Direttastadio, que é uma mesa-redonda que acompanha os jogos do Campeonato Italiano em tempo real. Ele leva convidados para assistir e comentar o jogos direto dos estúdios do 7 Gold, que não possui os direitos de transmissão do campeonato. Como é torcedor fanático do Milan, Crudeli é “pura emoção” no dia de jogos do time do quase ex-premiê Silvio Berlusconi. É assim sempre, mas nada que supere as reações de Crudeli diante da vitória do Milan de virada sobre o Lecce por 4 a 3.

Assista.

domingo, 6 de novembro de 2011

Humor sempre de mau humor

Assisti no Pânico deste domingo um resumo sobre a “saga” do ótimo Jô Suado em busca de uma “benção” de Jô Soares para a imitação. Não vejo muito graça nestas piadas que envolvem perseguição de celebridades. O Pânico é campeão nisso e o Agora à Tarde, ótimo programa do Danilo Gentili na Band, entrou nessa querendo ouvir dicas de Jô Soares sobre como é fazer um talk show no fim da noite.

Dupla perda de tempo.

Primeiro: Jô não é mais referência. Prefiro o Jô Suado, do Pânico. O Programa do Jô há tempos não tem outro propósito a não ser a babação explícita em cima do apresentador.

Segundo: Jô não fala nunca com os humoristas de programas de emissoras concorrentes. Se coloca como intocável, alegando que tem contrato de exclusividade e nem por 3 min pode parar e conversar com outras emissoras.

Sobre este comportamento, Danilo Gentili acertou em cheio no comentário que fez no Agora é Tarde há duas semanas. Disse o que alguém já deveria ter dito sobre e para Jô Soares.

Assista.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Brega no chique

Neste sábado, dia 5, o Taikô do Shopping Iguatemi, considerado um dos lugares chiques de Florianópolis, abre as portas para o repertório brega da DBregas, banda na qual toca guitarra meu filho Vitor, ao lado da mãe dele. Roberto Carlos, Odair José, entre outros ícones da “música brasileira popular” dos anos 70 e 80 estão na lista dos homenageados pela DBregas.

Mais informações no flyer abaixo.

Os posts mais populares da última semana