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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Nova diretoria do SJSC toma posse dia 1°

A nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, da qual faço parte e que foi eleita nas eleições dos dias 25 e 26 de agosto, toma posse no próximo dia 1° de outubro, em solenidade na ACE (Associação Catarinense de Engenheiros), em Florianópolis, ao lado do portal turístico na cabeceira continental da ponte Pedro Ivo.

O convite da posse (ao lado) começou a ser divulgado ontem via internet e a partir de quarta-feira, dia 21, a versão impressa poderá ser retirada na sede da Fecesc, na avenida Mauro Ramos. Além disso, os novos diretores do SJSC também vão percorrer as redações para distribuir os convites pessoalmente.

Aproveitando a proximidade da posse, reproduzo abaixo um trecho de uma entrevista com o jornalista Valmor Fritsche, novo presidente do SJSC, no qual ele destaca as expectativas para os três anos à frente da entidade. As principais propostas da nova diretoria estão no link bit.ly/boletimchapa2.

O que espera desses próximos três anos à frente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina?

Valmor Fritsche - Para mim, antes de mais nada, é uma honra poder representar os jornalistas do meu Estado. Sem dúvida, temos muitos desafios pela frente. Os jornalistas catarinenses se queixam de jornadas de trabalho extenuantes e se ressentem de uma corrosão salarial sem precedentes. Além disso, as relações trabalhistas passam por profundas transformações e por isso exigem um novo olhar por parte da direção do sindicato. Há um novo profissional do jornalismo se formando hoje, em razão das mudanças tecnológicas e da precarização cada vez maior das relações entre capital e trabalho. Temos o compromisso de, junto com a categoria, atuar firmemente para impedir as distorções hoje observadas em diversos segmentos da nossa profissão. Também a luta pela democratização das comunicações deve ser permanente, como forma de garantir a livre expressão, a pluralidade de opiniões e o surgimento de veículos de comunicação independentes, que assegurem o acesso da sociedade à informação e, ao jornalista, a possibilidade de atuar com autonomia, recebendo uma remuneração digna. Em outra frente, nos juntaremos às lutas travadas pelos trabalhadores em várias áreas, como em favor da redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e pelo fim do fator previdenciário, por exemplo. Vamos dialogar com o conjunto dos movimentos sociais de Santa Catarina para a construção de lutas comuns. Há muito trabalho a ser feito, mas nosso grupo está motivado e tem competência. Tenho certeza que, todos juntos, vamos realizar uma ótima gestão.

Leia a entrevista completa.

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