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sábado, 18 de junho de 2011

Mais um recado da professora Amanda Gurgel

Em entrevista publicada hoje no site Congresso em Foco, a professora Amanda Gurgel conta que está aproveitando a repercussão do vídeo com seu depoimento sobre a situação da educação no Brasil, que está perto dos 2 milhões de visualizações no YouTube, para ampliar a visibilidade das reivindicações dos professores. Mas avisa: “Não sou uma heroína”.
Congresso em Foco - Quando o vídeo saiu, e começou a correr pela internet, muitas vezes ele era replicado com palavras de estímulo. Você se sente como uma espécie de modelo?

Amanda Gurgel - A minha preocupação era que as pessoas passassem a me ver como uma mártir da educação, uma heroína. Eu tenho tido essa preocupação de dizer que eu não sou capaz de fazer nada sozinha, que o que pode determinar uma transformação para o quadro que vivemos é a mobilização de todos. Neste sentido, eu acho importante que as pessoas se espelhem em mim. Afinal de contas, esta sempre foi a minha atividade, desde que eu entrei para o magistério. Logo que eu entrei, já aderi à primeira greve. Até me orgulharia de ser um modelo a ser seguido. Não por aquela fala na audiência ou por esta repercussão, mas pela história mesmo de militância que as pessoas devem fazer. Que é nossa obrigação enquanto trabalhador em educação, que não se deixa levar pelo discurso da mídia de que nossas greves é que prejudicam os alunos. Os alunos são prejudicados pelas condições das escolas.
Na entrevista, concedida ao repórter Mário Coelho, Amanda também avalia questões da educação no Brasil como o não-pagamento do piso nacional dos professores (motivo de greve em Santa Catarina, por exemplo), além de comentar a possibilidade de concorrer a um cargo eletivo. A professora também fala sobre o Blog da Amanda que ela abriu depois de toda a repercussão do vídeo.

Leia a entrevista completa no Congresso em Foco.

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