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domingo, 31 de janeiro de 2010

Mais uma aula do Tostão

Nesta segunda-feira, a partir das 10h, a bajulação vai entrar em campo nos canais e programas esportivos - com raras exceções - durante a apresentação de Robinho no Santos. A bajulação, em alta em boa parte da imprensa esportiva especialmente com a volta ao Brasil de medalhões em decadência (e que falharam na Copa de 2006), não fará bem ao repatriado Robinho, como dá para concluir pela leitura da coluna de Tostão nos jornais deste domingo. Em Mimado e bom de bola, mais uma aula para boleiros e jornalistas, Tostão critica a postura do jogador em episódios como nas saídas forçadas dos clubes, mas também lhe dá crédito até para garantir vaga no ataque da Seleção Brasileira. Leia trechos abaixo.
Em oito anos de carreira, Robinho ficou mais velho, mais marrento, muito mais rico e teve contato com outras culturas e outras línguas. Mas continua mimado e com pouca autocrítica.

Robinho é uma dessas pessoas, famosas ou não, atletas ou não, que precisam ser elogiadas e bajuladas, todos os dias. Sofrem de uma ansiedade afetiva, de achar que não são amadas como merecem. Necessitam ser os craques do time. Deve ser também por isso que as melhores atuações de Robinho, na seleção, foram nas ausências de Kaká e Ronaldinho, como na Copa América.

Receio que, no futuro, Robinho, como ocorre com tantas pessoas, se sinta vítima da incompreensão e da maldade humana. Os culpados de seus males são sempre os outros e o cruel destino. (...)

Apesar de ser mimado, de achar que é melhor do que é e de estar fora de forma, tenho muita esperança que Robinho brilhe no Santos e na Copa. Ele, em forma, joga demais. Ele vai enfrentar defesas mais frágeis no Brasil. Isso lhe dará mais confiança.

Além disso, Robinho é um dos poucos jogadores que têm ótimo talento ofensivo e que, quando quer, volta para marcar e desarma com muita facilidade. É o que fez na maioria dos jogos pela seleção.


Leia o texto completo.
A outra aula do Tostão foi esta aqui.

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