sábado, 31 de janeiro de 2009

Menos é mais

Quando escrevi sobre a chegada do Pouca Vocal, projeto do engenheiro do Hawaii Humberto Gessinger e do cidadão quem Duca Leindecker, destaquei o clima low-profile da dupla. Nesta semana, encontrei o primeiro clipe oficial da dupla, da música “Depois da Curva”, a melhor deles, que confirmou minha impressão inicial e carimbou mais uma vez aquela máxima que diz que às vezes menos é mais. Gravado durante a passagem de som para um show em Londrina (PR), no dia 15 de dezembro de 2008, o clipe mostra apenas Gessinger e Leindecker no palco, sem platéia e com closes neles e nos instrumentos.



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Telhado cover

Nesta sexta-feira, dia 30, fez quarenta anos que os Beatles subiram no telhado do prédio da gravadora Apple, em Londres, para a última apresentação ao vivo da banda (uns dizem topo do prédio, mas, por hábito, sempre usei telhado até porque na época a banda estava subindo no telhado também no sentido figurativo). Para marcar a data, o baixista e cantor Yuri George Jan Pool, acompanhado por sua banda, recriou a cena: subiu no telhado de um café na Londres que fica em Ontário, no Canadá, e lá tocou o mesmo repertório, na mesma ordem, tocado há quarenta anos por John, Paul, George e Ringo. Do show desta sexta-feira, uma gravação de “Don't let me down” já foi para o YouTube. Não é a mesma coisa, mas valeu a homenagem. Ou, como disse Yuri Pool, entre todos os eventos similiares que aconteceram neste dia 30, apenas o promovido por ele teve realmente uma conexão Londres-Londres. :)



Outras homenagens aos quarenta anos do show do telhado

Fiz uma busca no YouTube e encontrei outros shows realizados em telhados nesta sexta-feira. Todos, coincidentemente, em cidades dos Estados Unidos. Veja a lista, com seus respectivos links.

Seatle (o cinegrafista quis fazer um vídeo conceitual, acho).
Florence (tiozinhos do Alabama).
Nashville (repertório mais amplo, sem se prender aos clássicos do show original).
Houston (imagens da “platéia” com banda quase escondida)

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Quatro horas de bagunça

Vi no BlueBus, que viu no Crianças & Mídia, que viu no Neatorama:

Vídeo feito pelo fotógrafo canadense Francis Vachon mostra quatro horas de bagunça do filho Charles-Edward, de 9 meses, resumidas/aceleradas em 2min40. Gostei de trilha usada: “Ensemble”, da banda canadense Couer de Pirate (a “banda” é a cantora Béatrice Martin - ouvi outras músicas e a voz dela tem um tom muito parecido com o da Mallu Magalhães).



Pesquisando sobre o vídeo, descobri o canal de Francis no YouTube com outros vídeos no mesmo esquema de imagem acelerada, além do que ele fez com a bagunça do filho. E também pelo YouTube, vi que o “ligeirinho” Charles-Edward, aos noves meses de vida, além de fazer bagunça, também mantém um blog :).

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Xô, Sarney nas ruas de Belém

Enquanto o senador José Sarney (PMDB-AP) costura novos apoios para sua candidatura à presidência do Senado, em Brasília, um grupo de participantes do Fórum Social Mundial, em Belém, refrescou a memória com faixas, bonecos e palavras de ordem com referências ao Xô, Sarney, como mostra a foto publicada no Blog da Amazônia, do Terra Magazine.



Xô, Sarney foi uma campanha de solidariedade e indignação que mobilizou a blogosfera brasileira em 2006, depois que as jornalistas Alcilene Cavalcante e Alcinéa Cavalcante tiveram seus blogs retirados do ar por decisão da Justiça Eleitoral do Amapá, a pedido da coligação de José Sarney. O motivo da censura: a publicação da foto de um muro de Macapá com a pintura do “Xô” como aparece na faixa que desfilou em Belém (“X” e a carranca de bigode no lugar do “ô”).

E por falar em Sarney, já viu Tiranossauro Rex de bigode? O Frank (@frankmaia) já. É uma espécie que muda de cargo, muda de partido, muda de domicílio eleitoral e é ruim de entrar em extinção.



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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Eu e o meme, o meme e eu

O meme começou a circular entre os amigos e ganhou vários nomes (“fatos aleatórios”, “coisas sobre mim”, “seis segredos”, “auto-coisas-aleatórias”...) até que a Adriane Canan e o Frank Maia me colocarem na roda. Eles me convidaram e aqui está a minha lista de seis coisas aleatórias sobre mim:

1) Sou manezinho da Ilha, com carteirinha da Carmela Dutra datada de 16 de fevereiro de 1973. Cresci cercado por tios, por parte de mãe, com praticamente a minha idade. E com eles, joguei muita bola, soltei pipa e desci a morreba da Clemente Rovere de rolimã e de tampa de fórmica. Meus tios, aliás, foram ao programa do Zás-Trás na RBS duas vezes: uma para ensinar a fazer pipa e outra para mostrar a construção de carrinho de rolimã. Aprendi, mas nunca cheguei no nível pandorgueiro deles (pipa com papel-carbono era a clássica na área...).

2) Ganhei meu primeiro violão aos 15 anos. Entrei na aula no extinto clube Limoense, no Saco dos Limões. Aprendi a tocar “Pra não dizer que não falei das flores” e “Rádio Pirata”. Fiquei uns três meses na aula. Era puxado demais sair do Instituto Estadual de Educação às 17h30min, chegar em casa depois das 18h e correr para a aula às 18h30min. Saí da aula, mas não parei de tocar: continuei tocando, sem muita técnica, mas com uma boa noção para fugir daqueles acordes que pedem dez dedos em cada mão. E animar umas festinhas também.

3) Senti muito a perda do meu avô paterno. Quando criança, passava praticamente as tardes com ele ali na entrada da rua da nossa casa, naquela rua ao lado do posto Texaco, na Mauro Ramos, centro de Florianópolis. Coisas que eu sempre lembro do meu avô Manoel, natural da praia do Capão, Garopaba, viraram letra de uma música-homenagem que fiz uns meses após a morte dele (eu tinha 17, 18 anos).

4) Todos os meus amigos sabem que eu sou torcedor do Avaí - de carteirinha e desde sempre. Mas uma vez, UMA ÚNICA VEZ, joguei no time de um primo com a camisa do Figueirense. Não deu nada, como diz meu filho. Perdemos o jogo e um banho bem tomado evitou qualquer risco de “contaminação” - quem me conhece confirma :).

5) Nunca pensei em ir embora de Florianópolis. Mercado profissional é apertado, mas nada melhor do que viver numa ilha cercada de horizonte por todos os lados. É, no mínimo, inspirador.

6) O livro que mais gostei de ler na adolescência foi O Menino e o Presidente, do escritor paranaense Wilson Rio Apa (Editora Brasiliense). Ganhei na sexta série da professora de Português por causa de uma resposta certa ou de um ponto positivo por ter feito a tarefa, não lembro ao certo. E este fato responde, em parte, um outro meme que o amigo Maurício Oliveira me convidou e acabei deixando passar).

E seguindo as regras do meme, repasso o convite para AnaCris Oliveira, Angelita Corrêa, Francis França, Ulysses Dutra, Upiara Boschi e Renato Pacheco.

(Em tempo: o título do post é uma brincadeira com o nome de um disco que o Lulu Santos fez com o DJ Marcelo Mansur, o Memê, Eu e Memê, Memê e eu, e que por sua vez é uma brincadeira com a música “Eu e você, você e eu”, do Tim Maia.)

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Momentos “marcantes” na vida de uma banda

Um dos destaques do documentário A vida até parece uma festa, dos Titãs, que assisti na última sexta-feira, são as imagens de arquivo que mostram a participação da banda em programas de auditório clássicos dos anos 80 como Chacrinha, Bolinha e Barros de Alencar. A pesquisa foi fundo e sem vergonha. Isso explica o destaque dado também para um dos momentos mais constrangedores de uma banda de rock na TV brasileira: a hilária participação dos Titãs no quadro Sonho Maluco, do programa Viva Noite, apresentado pelo Gugu nas noites de sábado, no SBT. Exibido em 1985, o quadro mostrava os “rapazes do Titãs”, como repetia um empolgado Gugu durante a “concretização” do sonho, salvando uma fã (fã mesmo ou esquema da gravadora?) das garras e da teia gigante do Homem-Aranha. Três Titãs desceram por cordas e fizeram o salvamento à base de sopapos no tal vilão (ainda não encontrei o vídeo do sonho maluco).

De carona na viagem no tempo dos Titãs, fui buscar no YouTube um outro momento “marcante” de uma banda brasileira na TV dos anos 80: em clima de lançamento do primeiro disco (Cinema Mudo, 1983), os Paralamas do Sucesso foram ao programa do Bozo, também no SBT. Herbert, Bi e Barone dublaram “Foi o mordomo” (primeira música de trabalho da banda), e participaram da “prova da bexiga”. E além de tudo isso, bateram um papo surreal com o Bozo. “Aqui no programa foi tudo a Bozolina” (Herbert parece que ficou meio puto durante a conversa).



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sábado, 24 de janeiro de 2009

Coruja-orelhuda



O compadre Victor Carlson fez a boa ação e o registro fotográfico: durante uma caminhada pelo campus da UFSC, Victor se deparou com uma coruja, provavelmente machucada, da espécie Pseudoscops clamator, popularmente chamada de coruja-orelhuda, de aproximadamente 40cm de altura. “Como estava sem celular, interrompi um piquinique romântico de um jovem casal, pela causa ambiental, para acionar a Annye (esposa do Victor) que procurou uma amiga bióloga, que nos passou o contato da Polícia Ambiental”, escreve o Victor no blog dele. A coruja foi recolhida cerca de uma hora depois.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Titãs na tela

Hoje tem pré-estréia em Florianópolis do documentário A vida até aparece uma festa, que conta a história dos Titãs a partir de imagens captadas pelos integrantes da banda ao longo de 25 anos de estrada. A sessão começa às 21h, na sala 4 do Cinemark do Floripa Shopping. Amanhã, sábado, nova sessão, desta vez às 23h30min. Assista ao trailer.



Estarei lá no Cinemark não por ser exatamente um fã da banda, mas porque é inegável que qualquer um que foi adolescente nos anos 80, no meio daquele boom do rock brasileiro, ouviu, cantou, berrou trocentas músicas dos Titãs. E aproveitando a ocasião, republico uma pequena história que postei originalmente em 2003 — num blog já deletado —, relacionada ao clássico Cabeça Dinossauro. Para sua diversão.

Tabus e irmãs - Nos anos 80, outro disco teve um impacto tão forte quanto o do Ultraje a Rigor: Cabeça Dinossauro, dos Titãs. Grandes músicas: “O quê”, “Polícia”, “AA-UU”, “Porrada”, “Homem-Primata”, “Bichos Escrotos”, entre outras. Pedi o disco de presente lá em casa. Só não contava com o “espírito de porco” de uma de minhas irmãs que, por alguma besteira que eu havia dito para ela, fez campanha contra o disco para os meus pais: “Esse disco tem música que fala mal da igreja, de Deus”. Pronto, para os pais católicos que tentavam convencer o filho adolescente a ir mais à missa era a heresia suprema. Fiquei sem o disco (mas também não voltei a freqüentar a igreja!!!).

P.S.: Alguns anos depois, comprei o CD.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

“O cara do Avaí”

Fui conferir a cobertura do Campus Party (#cparty) feita pela TV Cultura na internet e encontrei uma entrevista com Cazé Pecini, VJ da MTV e um dos criadores do Gengibre, rede social que é uma espécie de “twitter de voz”. Aos 2min03 da entrevista, feita pela equipe da Universidade Metodista de São Paulo, quando dava exemplos de uso para o Gengibre, Cazé citou “o cara do Avaí” que estava dentro do estádio. “E você ouve a torcida chegando, gritando que o time no momento em que o time que estava subindo pro gramado”. Fiquei surpreso e contente em saber que a experiência que fiz com no dia 11 de novembro no jogo Avaí x Brasiliense (quando o Avaí garantiu o acesso para a série A) ainda continua rendendo e sendo exemplo para um projeto bacana como Gengibre. Desde aquela ocasião não voltei a utilizar o Gengibre, não por não ter gostado. Pelo contrário. Mas porque não me programei ainda para reeditar o post (preciso trocar o playlist por players de cada um das intervenções que fiz antes, durante e depois do jogo) e também porque não houve um outro momento tão importante quanto aquele que vivi e registrei no dia 11 de novembro. Breve, volto a aliviar a garganta. Por enquanto, fiquem com a entrevista do Cazé.



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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Post peladeiro # 035

A imagem da semana no mundo dos esportes não é um golaço nem uma cesta nem um lance incrível no tênis, no golfe ou qualquer outra modalidade. A imagem é a reação dos apresentadores da TV italiana quando souberam que Kaká não iria mais trocar o Milan pelo Manchester United City (valeu pela correção, Marcelo). No Brasil não tem disso, certo?



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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Quatro vezes Obama

A charge do Frank (@frankmaia) sobre a posse de Barack Obama mostra mais uma vez o desafio que o novo presidente dos Estados Unidos tem pela frente. E no clima da posse, fui até o blog do Frank, selecionei quatro charges que ele fez sobre o Obama e coloquei todas num único “quadro”. É “crise” no sapato, pepinaço e abacaxi para descarcar e um presente do Papai Noel para aguentar tudo isso. Boa sorte, Obama. Yes, you'll need!



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Em rede, com iniciativa

A jornalista Francis França (@francisrf), atualmente na revista Empreendedor, viu um link postado pelos colegas Diógenes Fischer (@diogenesfischer) e Carol Mazzonetto (@carolmazzonetto) em suas contas no Twitter. Conferiu o que era: um texto em inglês do site Jornalism.co.uk sobre dez coisas que todo jornalista deveria saber em 2009. E a Francis tomou a iniciativa de traduzir a lista para o português e publicar em seu blog, o Buenas e me espalho. Como a Francis escreveu na introdução da tradução, o primeiro item da lista ela já está praticando: usar o Twitter para construir comunidades, cobrir furos, instigar e participar de conversas.

Leia, comente e pratique Dez coisas que todo jornalista deveria saber em 2009 (na tradução de Francis França).

(Para saudar a iniciativa da Francis, fui até o blog e acrescentei um décimo-primeiro item na lista, que reproduzo abaixo:

11 - Tenha uma alta dose de paciência e generosidade para traduzir textos bacanas e compartilhar com seus leitores que não sabem ou tem preguiça de ler em inglês. Isso vai demonstrar também que você tem iniciativa.)

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Reggae de Jurerê (Internacional)

Lembra do “universo paralelo” de Florianópolis, aquele que foi parar nas páginas do The New York Times? Virou piada na primeira edição do programa Furfles on the Beach, gravado pela MTV num dos quintais do “universo”, quer dizer, nas areias da praia de Jurerê Internacional. A piada veio em ritmo de reggae e cheia de sarcasmo - cortesia do apresentador do programa, o ator e comediante Marcelo Adnet. A letra traz uma rima com potencial para virar adesivo ou frase de camiseta:

Jurerê é bom,
mas a verdade dói
A maioria aqui
é patricinha e playboy...


Assista (e ouça) ao trecho editado do programa só com o “Reggae de Jurerê”.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Obama quase lá

O Frank (@frankmaia) também já entrou no clima da posse de Barack Obama na presidência dos Estados Unidos.



Leia notícias sobre a posse e também posts e comentários publicados em blogs de todo o mundo.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Nova temporada de acessos

Desde domingo, dia 11, quando a Globo começou a exibir a quarta temporada de Lost, o post Entenda Lost em 8min15, que publiquei em 16 de janeiro de 2008, passou a frequentar os primeiros lugares no ranking dos mais acessados do Coluna Extra. A maioria dos acessos vem da pesquisa por “entenda Lost” no Google (o post do Coluna Extra aparece em primeiro lugar na página de resultados). E o post destaca um vídeo produzido por fãs da série que em 8min15 conta o que aconteceu de mais importante nas três primeiras temporadas de Lost. Vale o replay.



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Blog veste a fantasia

Desde quarta-feira, dia 14, o blog Flagrantes do Cotidiano, dos jornalistas Carla Cavalheiro e Rubens Flores, mudou radicalmente de cara. O fundo preto deu lugar a um fundo branco e o verde virou a cor oficial dos títulos e textos. A mudança não ocorreu por acaso: serviu para indicar que o blog entrou em ritmo de Carnaval e a partir do dia 14 começou a dar mais espaço para textos e fotos sobre a escola de samba União da Ilha da Magia (o verde e o branco são as cores oficiais da escola). “Pelo menos até depois do carnaval, vamos dedicar mais espaço do que já vinhamos dedicando, a falar e mostrar o trabalho da mais nova escola de samba de Floripa”, escrevem.

E por falar em escola de samba...

A escola oficial do Flagrantes do Cotidiano já merece nota 9 no quesito Uso da Internet: além de um site bem resolvido, a União da Ilha da Magia é a primeira agremiação do carnaval de Florianópolis a abrir um perfil no MySpace. O endereço é www.myspace.com/uniaodailhadamagia. Para ganhar um 10 só falta colocar no MySpace o samba-enredo deste ano (por enquanto, são três músicas: um samba de saudação à fundação da escola e dois sambas de quando a União ainda era bloco).


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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Oasis de criatividade

Já está disponível no MySpace, também para ser embedado em blogs e sites, o documentário “Dig Out Your Soul in the Streets” que a banda inglesa Oasis lançou oficialmente hoje, dia 14. Com 18min de duração, o documentário faz parte das ações de relacionadas ao disco mais recente dos irmãos Gallagher (Dig Out Your Soul) e tem como mote uma idéia muito bacana: no lugar da banda tocando as gravações originais, o documentário mostra músicos que tocam nas ruas de Nova York executando o repertório do novo disco. É um jeito criativo (e irônico) de “vazar” as músicas novas na internet, sem entregar o ouro totalmente: coloque outros músicos para tocar. :)

Dirigido pelos irmãos Malloy, responsáveis por vídeos do White Stripes, “Dig Out Your Soul in the Streets” é o primeiro documentário em alta definição na história do MySpace. Assista (em inglês, sem legendas).



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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Universo paralelo no New York Times

Como de praxe, autoridades, alguns integrantes do “trade” turístico e muitos coleguinhas também acharam o máximo a inclusão de Florianópolis numa reportagem do The New York Times sobre lugares para visitar e festar em 2009. Legal, não fosse o fato da reportagem destacar um universo paralelo de Florianópolis, criado por bons vivants para bons vivants (na maioria das vezes, nos dois casos, sem vínculos com a cidade e também sem garantias de que a cidade como um todo se beneficia desta tipo de “atração”).

Durante a tarde, entre muitos comentários sobre o assunto no Twitter, Pedro Valente lembou e linkou um vídeo que mostra um turista, desses que a “cidade” gosta tanto de receber, como faz supor a reportagem do NYT e a reação festiva das autoridades, rasgando uma nota de R$ 20,00! Aconteceu em dezembro e a legenda da Record News chamando “A festa da virada em Porto Alegre” é um vacilo menor no vídeo diante do que diz o turista (primeiro entrevistado) e do fato da atitude de rasgar dinheiro não ter sido citada na cabeça da matéria (tudo é festa?). Assista.



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Uma opinião (a mais) sobre o Twitter

O Twitter apareceu como destaque em praticamente todas as listas-retrospectivas do que “bombou” em 2008 na internet. Como usuário do site e defensor de suas múltiplas funcionalidades, sou obrigado a concordar? Sim, mas ainda falta muito para o Twitter crescer também em termos de popularidade tanto entre os internautas quanto entre os profissionais que trabalham com comunicação (estive numa reunião numa agência de publicidade onde o dono, um jovem, não sabia o que era o Twitter...). Na verdade, acredito que 2008 tenha sido o ano de consolidação dos blogs. Digo isso sem me prender a números oficiais, mas baseado em duas observações regionais, que considero significativas:

1) Portais como o clicRBS, onde trabalhei até novembro passado, aumentaram consideravelmente a oferta de blogs. Hoje, no clic são 152 blogs no total e o número tende a crescer.

2) Muita gente descobriu o formato blog apenas em 2008. Um exemplo: o “barulho” do blog Elite Azul e Branca inspirou muitos outros torcedores do Avaí a criarem suas próprias páginas para escrever sobre o time, tirar sarro do rival e rebater críticas e opiniões de cronistas esportivos. E o resultado está reunido num bloglist, totalizando 40 endereços (a maioria com atualização recente).

Então o ano do Twitter ainda não chegou? “O” ano ainda não. Para muitos, entre os quais em incluo, já é uma realidade, uma ferramenta de utilidade tanto para o jornalismo quanto para o marketing, como destaca também o artigo que reproduzo abaixo, escrito por Marcelo Tripoli, presidente da agência de marketing digital iThink e autor do blog ifound.com.br.

O fenômeno do Twitter e a snack culture
por Marcelo Tripoli

Tenho recebido muitas indagações sobre a real utilidade do Twitter, que pode ser definido, à primeira vista, como uma rede social na qual pessoas e amigos descrevem ações e acompanham detalhes do cotidiano de desconhecidos.

O grande trunfo do Twitter é, aparentemente, esse: como em um verdadeiro Big Brother, os usuários matam sua curiosidade ao acompanhar a vida alheia. A tamanha popularidade deste tipo de ferramenta chamou, é claro, a atenção das empresas, especialmente das áreas de marketing, nas quais os profissionais têm muitas dúvidas sobre a amplitude do Twitter e como ele pode ser utilizado para conectar marcas e consumidores, agregando vantagens competitivas.

Confesso que, em um primeiro contato, considerei o Twitter bastante inútil. Afinal, o que uma ferramenta em que você fica o tempo todo respondendo a uma única pergunta - o que está fazendo? – pode agregar às marcas? Enfim, qual a lógica de ler o que os outros estão fazendo e ficar o tempo todo postando o que você está fazendo?

Se o Twitter tivesse apenas esta simplicidade, seria uma cópia de outras redes sociais e ficaria, com certeza, restrito a adolescentes e determinados nichos. Porém, seu potencial é muito maior. Esta ferramenta, fundada em 2006, por uma empresa de São Francisco, nos Estados Unidos, quebrou paradigmas e tem como principal característica limitar as mensagens em até 140 caracteres. Esta restrição, em pouco tempo, concretizou definitivamente o sucesso do Twitter.

Ao limitar o tamanho dos posts, que inclusive podem ser enviados pelo celular, a ferramenta sai na frente dos blogs – mais rápida e prática para postar mensagens – e se adéqua definitivamente a um fenômeno, descrito na capa da
Wired de alguns meses atrás, como Snack Culture - o consumo de conteúdo cada vez mais rápido e superficial e baseado em um mundo cada vez mais digital.

Isso faz total sentido: o tempo de atenção que dispensamos para um assunto é cada vez menor e a tecnologia tem que se adequar. Os vídeos no YouTube, por exemplo, são limitados a dez minutos.

Ok! Mas, voltamos ao Twitter, uma alternativa interessante de mídia digital para os próximos anos. Como as empresas podem aproveitá-lo? Existem diversas formas, entre as quais vale destacar:

- Pesquisar o que estão falando da sua marca ou do seu produto. Para isso, basta entrar no search.twitter.com;

- Abrir um canal de comunicação e suporte aos seus consumidores, como fez a Comcast, maior operadora de TV da cabo dos EUA;

- Divulgar conteúdos e informações em primeira mão para os consumidores que optarem por te seguir, como fez o canal Telecine;

- Transmitir ofertas de produtos e promoções, como Amazon;

- Prestar serviço, informando, por exemplo, cancelamento de vôos, como fez a Delta.

Estes são apenas alguns exemplos básicos de como o Twitter pode rapidamente ajudar a sua empresa a ganhar ainda mais popularidade e conquistar consumidores. Muitas já aderiram a esta tecnologia e estão, inclusive, substituindo blogs corporativos pelo Twitter. É a snack culture em ação com força total. E se você quer saber mais, não esqueça de me seguir no http://twitter.com/marcelotripoli.



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Lições práticas

O Diarinho, com sede em Itajaí e circulação no litoral de Santa Catarina (de Florianópolis a Barra Velha), completa 30 anos nesta segunda-feira, dia 12, e como parte das comemorações, a edição deste fim de semana trouxe uma entrevista especial com a diretora do jornal, Samara Toth Vieira. E o resultado, construído a partir de perguntas enviadas por leitores, é uma coletânea de lições práticas não só sobre jornalismo, mas também sobre como administrar um negócio no jornalismo. Além de ressaltar as raízes que ainda norteiam o trabalho do jornal, Samara mostra que sabe onde está pisando, com quem está “brigando” e como mantém o Diarinho na rota sem perder o foco, a independência, acima de tudo.

A convite do Cesar Valente, do De Olho na Capital, contribuí com a entrevista enviando quatro perguntas, das quais reproduzo duas, com as respectivas respostas, claro (a entrevista na íntegra foi disponibilizada pelo Cesar aqui).

Quem lê as manchetes e vê algumas das fotos do Diarinho fica com a impressão de que “vale tudo” no jornal. É isso mesmo? Qual o limite editorial do Diarinho? E no papel de editora/diretora do jornal, como é dar esse limite?

Samara Toth Vieira - O limite da notícia é a verdade. A gente não faz ficção. Quando existe um fato, foi bem apurado, então é notícia e pode ir para as nossas página. Seja um crime, uma denúncia de corrupção, uma reclamação. Não tem nenhum tipo de purismo: “ah, isso é feio”, “ah, isso é triste, então a gente não fala”. Funciona assim: aconteceu, tem interesse jornalístico, foi bem apurado, foram ouvidas as pessoas envolvidas? Então é matéria!

De que forma a experiência com o blog Diarinho na Chuva (criado durante as enchentes de novembro) está influenciando ou vai influenciar no projeto do novo site do jornal? O que o jornal tirou de lição da experiência?

Samara Toth Vieira - Qualquer crescimento que se imagine para o jornal e ignore a internet será uma burrice. A internet, apesar de eu não acreditar que o jornal de papel vá acabar, agrega valor ao (jornal) impresso. O blog mostrou o quanto é imediata essa relação online com o leitor. A gente trabalha o dia inteiro para amanhã colocar o jornal na rua e as pessoas o lerem. Na internet, em questão de cinco minutos, tu tens uma resposta. Ele já leu a tua mensagem, já te deu o retorno.

Ficou uma experiência muito positiva pelo número de acessos naquele momento delicado que foi a enchente, quando a gente tinha dificuldade de sair às ruas. Não porque a gente não conseguisse fazer o jornal, mas porque a gente não conseguia circular. A cidade (Itajaí) estava embaixo d´água. Os entregadores estavam com problemas, não conseguiam vir trabalhar. A idéia do blog foi muito feliz. A gente conseguiu passar informação. Claro que o leitor da internet não é o mesmo da versão impressa. Isso é uma sacada a mais que tem que ter: as pessoas que leem o Diarinho impresso não são as mesmas que leem na internet. O nosso site peca hoje por isso, pela falta de imediatismo. A gente pega toda a edição impressa e coloca o conteúdo na internet. Estamos revendo isso porque a intenção é usar a agilidade da internet para aperfeiçoar a nossa comunicação com o leitor.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Estamos no Twitter, mas...

Já estou seguindo o perfil @blogger, criado e atualizado pela equipe de técnicos do Blogger, o serviço de blogs do Google. A novidade foi comunicada hoje num post publicado Blogger Buzz, o blog oficial do serviço. No texto, Rick Klau, um dos técnicos do Blogger, conta que a criação do perfil era questão de tempo, já que muitos integrantes da equipe são fãs do Twitter. Klau explica também que o Twitter servirá de canal para divulgação de atualizações e novidades no serviço. No entanto, o que me chamou a atenção no post foi a frase final de Klau. Diz ele que a equipe fará o melhor para se manter atenta aos questionamentos feitos pelo usuários através de replies para o @blogger. Mas ele diz que, apesar disso, “a nossa Central de Ajuda e o grupo de discussão do Blogger continuam sendo os melhores locais para obter ajuda de outros usuários, bem como da equipe do Blogger”. A colocação parece desprezar o potencial do Twitter e a própria iniciativa de criar o perfil. Algo do tipo “estamos no Twitter, mas continuem na mesma rotina, com as opções que já são oferecidas”. Se é isso, o tempo dirá, em 140 caracteres ou menos, que não é bem assim.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Casa própria

O De Olho na Capital está de casa nova: Cesar Valente migrou o blog do Blogger para um endereço próprio, o www.deolhonacapital.com.br. “Os móveis são antigos, a conversa é a mesma de sempre, só mudou o endereço, a cor das paredes e algumas coisas, aqui e ali”, conta o Cesar no post de inauguração. “Aqui terei maior liberdade formal e técnica para, aos poucos, incrementar o site e mantê-lo à altura do interesse dos leitores e do avanço tecnológico”.

Acesse: www.deolhonacapital.com.br (ou siga pelo RSS http://www.deolhonacapital.com.br/feed)

(E por falar na família Valente, recomendo o post O telefone-sem-fio sem fim, escrito pelo Pedro, o filho mais velho do Cesar, e que trata da “reciclagem da informação”.).

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

A nova dos Paralamas

“A lhe esperar”, a nova música dos Paralamas do Sucesso, foi a grata surpresa do dia na caixa de e-mails (a música chegou pela newsletter Sucesso Mailing). Parceria de Arnaldo Antunes com o produtor Liminha, a “A lhe esperar” é prima-irmã (de música e letra) de “Uma brasileira”, música de Herbert Vianna e Carlinhos Brown e um dos grandes sucessos da banda. E isso é ruim? Não, pelo contrário. O parentesco é mais do que bem-vindo porque reforça virtudes de Herbert, Bi Ribeiro e João Barone que, por circunstâncias, ficaram pelo meio do caminho nos últimos discos (depois de escrever sobre a relação entre as músicas, li no site da banda que o disco foi gravado no estúdio de Carlinhos Brown, em Salvador). Ouça e confira se a levada reggae mais sopros e a letra com versos “arnaldianos” como “sangre ringue / pia pingue / ferva chá” não têm o mesmo DNA do que o trio já fez de melhor.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Dica para “embedar” músicas do Blip.fm

Desde o primeiro post que publiquei sobre o assunto, muita coisa mudou no Blip.fm. Nenhuma mudança chegou a descaracterizar o “twitter musical”. Mas depois do “sumiço” de gravações dos Beatles (use a criatividade e seus conhecimentos sobre a banda para localizar o que restou), da função “reblipar”, das novas regras para upload de músicas e dos anúncios do Google espalhados pelo site, a “última” do Blip não foi muito amigável: o código para “embedar” uma música (para colar num post) não está mais disponível (o código embed que permite colocar de uma até 25 músicas continua funcionando normalmente).

O embed “individual” aparecia quando o ouvinte clicava em posted on para abrir a “página” da música. Agora, no lugar do código aparece um anúncio do Google, seguido pela lista de usuários que “bliparam” a mesma música. O blog do Blip não trata do assunto e não acredito que o embed volte a ser disponibilizado. Mas para continuar “ilustrando” posts do blog com músicas do Blip, achei uma solução simples.

Todo link de uma música no Blip termina com um número, o blipId. Confira no exemplo abaixo.

http://blip.fm/profile/agenteinforma/blip/2431597

No código embed (que o Blip fornecia), o blipId aparece duas vezes. O que você tem que fazer é copiar o código embed de uma outra música que tenha sido colada em seu blog, colar no bloco de notas e colocar o número do blipId da nova música que você publicou no Blip. E está feito o embed. Copie, cole no post e visualize antes de publicar.

Estou fazendo isso desde que o embed ficou indisponível. E tem funcionado. Para facilitar a vida dos amigos que usam o Blip também em seus blogs, disponibilizei um arquivo-modelo com o código embed no endereço http://tinyurl.com/embedblip (basta substituir NUMERO pelo blipId da música, copiar e colar no post).

E para atestar a solução e manter o hábito, uma música do Blip para ilustrar o post (essa rendeu alguns props; dê play e tente ficar parado).

Se não pode enfrentá-los, coloque na internet

Você sabia que ontem a Record colocou no ar o primeiro episódio do seriado A Lei e o Crime, produzido pela própria emissora? Provavelmente não, já que as atenções da mídia estavam voltadas para a estreia da minissérie sobre a cantora Maysa na Globo. E imagino que a própria Record saiba disso pelo post publicado no Twitter e pelo fato de disponibilizar todo o episódio no site Mundo Record.

domingo, 4 de janeiro de 2009

“Entretenimento cidadão”

A participação do colunista Cacau Menezes sempre rendeu boa audiência ao Jornal do Almoço, da RBS TV de Santa Catarina. De uns meses para cá, no entanto, as “estrelas” do quadro não são os comentários do Cacau, mas sim as fotos enviadas pelos telespectadores. O “põe na tela, Amarelo” virou bordão e de todo o canto do estado chegam fotos de gente comemorando aniversário, curtindo praia e balada, reunindo amigos num churrasco, entre outros registros típicos de um álbum no Orkut.

Fórmula simples, que ocupa o tempo que poderia ser usado para informações de interesse geral, parece estar agradando na briga pela audiência contra o Jornal do Meio-Dia, da Ric-Record, focado no noticiário policial. Tanto é que agora, não apenas o quadro do Cacau, mas o próprio Jornal do Almoço tem um espaço exclusivo para fotos enviadas pelos telespectadores. Batizado de Paparazzo JA, o quadro exibe fotos que mostram “celebridades” curtindo a temporada de verão em Santa Catarina. Por enquanto, além de fotos com atores da Globo, ex-BBBs e apresentadores da própria RBS, a foto mais curiosa é a de duas moças posando ao lado do “simpático” Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco da Gama.

35 perguntas sobre o uso do Twitter

Qual a principal função do Twitter?

Você já ficou sabendo de algum fato ou acontecimento primeiro pelo Twitter?

Você já passou adiante informações recebidas via Twitter?

Essas são três das 35 perguntas da pesquisa elaborada por Raquel Recuero e Gabriela Zago com o objetivo de “conhecer um pouco mais do uso do Twitter e de suas apropriações pelos brasileiros”. O questionário deve ficar disponível por cerca de dez dias. Posteriormente, os dados coletados serão divulgados pela Raquel e pela Gabriela, juntamente com um artigo sobre o assunto que elas estão escrevendo.

Para responder ao questionário, clique aqui.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Pepinaço

Frank (@frankmaia) já adiantou o que não vai faltar no cardápio do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. E neste primeiro dia de um ano histórico para os americanos, eu aproveito a deixa para desejar um “bom apetite” para Obama.

E 2009 chegou

Boa noite para você que chegou ao Coluna Extra neste exato primeiro minuto de 2009. No momento não posso postar nada porque estou offline com os pés na areia da praia da Costa de Dentro, em Florianópolis. Mas fiz questão de deixar este post agendado para 0h01 justamente para reforçar meus votos de um feliz ano novo para todos os amigos, leitores e comentaristas (com e sem noção). Voos mais altos e sonhos maiores para todos nós.

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