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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Um case sobre gestão de conteúdo

Mais do que um episódio folclórico do futebol brasileiro, a gafe cometida no último domingo pelo Twitter oficial do Fluminense (@FluDigital) merece cadeira cativa como exemplo de que não basta ter produção, é preciso ter gestão de conteúdo para saber exatamente como atualizar um site, blog ou twitter. De acordo com nota oficial do clube, por motivos técnicos, o jornalista responsável não pode atualizar o Twitter do tricolor carioca durante a partida contra o Vitória. A tarefa ficou por conta de um colaborador da área de tecnologia, que vestiu a camisa de torcedor e postou no Twitter oficial do clube opiniões pessoais com críticas aos jogadores, em especial ao zagueiro Ed Carlos. “Edcarlos é horrível”, “Edcarlos perde gol na cara” e “Não dá para aguentar esse cara” foram três dos tweets publicados pelo colaborador-torcedor e que levaram o clube a divulgar nota oficial sobre o assunto, que reproduzo abaixo.
O site oficial do Fluminense segue os preceitos do bom jornalismo. Faz a cobertura diária do clube, mantendo o torcedor informado e deixando que, a partir das informações contidas nas matérias, ele tire suas próprias conclusões.

O Twitter oficial do clube nesse último domingo se afastou por completo da linha editorial adotada pelo site, que preza não só a qualidade da informação, como a neutralidade da cobertura. Excepcionalmente, por motivos técnicos, o Twitter foi alimentado por um colaborador da área tecnológica do site e não por um jornalista, responsável pelo conteúdo editorial.

O novo site oficial do Fluminense, lançado há três semanas, agradece os elogios recebidos desde sua entrada no ar e informa que a partir de agora o Twitter será alimentado tão somente por sua equipe fixa de jornalistas. O Fluminense seguirá utilizando o Twitter como uma ferramenta para aproximar cada vez mais o torcedor do clube e aumentar o número de seguidores, que hoje já ultrapassa 1.500.

Mariucha Moneró, editora do site oficial FFC
A nota explica o “vacilo online” ou confirma a falta de gestão de conteúdo no Twitter?

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