Eu e o meme, o meme e eu - Coluna Extra

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Eu e o meme, o meme e eu

O meme começou a circular entre os amigos e ganhou vários nomes (“fatos aleatórios”, “coisas sobre mim”, “seis segredos”, “auto-coisas-aleatórias”...) até que a Adriane Canan e o Frank Maia me colocarem na roda. Eles me convidaram e aqui está a minha lista de seis coisas aleatórias sobre mim:

1) Sou manezinho da Ilha, com carteirinha da Carmela Dutra datada de 16 de fevereiro de 1973. Cresci cercado por tios, por parte de mãe, com praticamente a minha idade. E com eles, joguei muita bola, soltei pipa e desci a morreba da Clemente Rovere de rolimã e de tampa de fórmica. Meus tios, aliás, foram ao programa do Zás-Trás na RBS duas vezes: uma para ensinar a fazer pipa e outra para mostrar a construção de carrinho de rolimã. Aprendi, mas nunca cheguei no nível pandorgueiro deles (pipa com papel-carbono era a clássica na área...).

2) Ganhei meu primeiro violão aos 15 anos. Entrei na aula no extinto clube Limoense, no Saco dos Limões. Aprendi a tocar “Pra não dizer que não falei das flores” e “Rádio Pirata”. Fiquei uns três meses na aula. Era puxado demais sair do Instituto Estadual de Educação às 17h30min, chegar em casa depois das 18h e correr para a aula às 18h30min. Saí da aula, mas não parei de tocar: continuei tocando, sem muita técnica, mas com uma boa noção para fugir daqueles acordes que pedem dez dedos em cada mão. E animar umas festinhas também.

3) Senti muito a perda do meu avô paterno. Quando criança, passava praticamente as tardes com ele ali na entrada da rua da nossa casa, naquela rua ao lado do posto Texaco, na Mauro Ramos, centro de Florianópolis. Coisas que eu sempre lembro do meu avô Manoel, natural da praia do Capão, Garopaba, viraram letra de uma música-homenagem que fiz uns meses após a morte dele (eu tinha 17, 18 anos).

4) Todos os meus amigos sabem que eu sou torcedor do Avaí - de carteirinha e desde sempre. Mas uma vez, UMA ÚNICA VEZ, joguei no time de um primo com a camisa do Figueirense. Não deu nada, como diz meu filho. Perdemos o jogo e um banho bem tomado evitou qualquer risco de “contaminação” - quem me conhece confirma :).

5) Nunca pensei em ir embora de Florianópolis. Mercado profissional é apertado, mas nada melhor do que viver numa ilha cercada de horizonte por todos os lados. É, no mínimo, inspirador.

6) O livro que mais gostei de ler na adolescência foi O Menino e o Presidente, do escritor paranaense Wilson Rio Apa (Editora Brasiliense). Ganhei na sexta série da professora de Português por causa de uma resposta certa ou de um ponto positivo por ter feito a tarefa, não lembro ao certo. E este fato responde, em parte, um outro meme que o amigo Maurício Oliveira me convidou e acabei deixando passar).

E seguindo as regras do meme, repasso o convite para AnaCris Oliveira, Angelita Corrêa, Francis França, Ulysses Dutra, Upiara Boschi e Renato Pacheco.

(Em tempo: o título do post é uma brincadeira com o nome de um disco que o Lulu Santos fez com o DJ Marcelo Mansur, o Memê, Eu e Memê, Memê e eu, e que por sua vez é uma brincadeira com a música “Eu e você, você e eu”, do Tim Maia.)

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3 comentários:

  1. Ixiiii... diversas coisas em comum: Florianópolis, 1973, Zás-Trás, Avaí... e por aí vai :)

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  2. hummm...essa confissão da camisa do Figueira abre precedentes, hein? heheheh
    beijo!

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  3. Anônimo2:13 PM

    Esse "causo" da camisa do Figueira foi mais ou menos algo como fumou mas não tragou? hehehe

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