Aceita cheque do Banco Redondo? - Coluna Extra

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sábado, 6 de dezembro de 2008

Aceita cheque do Banco Redondo?

Uma das atrações turísticas de Florianópolis é tema da crônica do escritor Fábio Brüggemann, na edição de hoje do Diário Catarinense. Não, ele não escreveu sobre a Ponte Hercílio Luz, a praia da Joaquina, a Lagoa da Conceição, o Mercado Público ou o bar do Arante. “Fabão”, como é mais conhecido entre os Peladeiros, escreveu sobre o Banco Redondo:

Pouca gente deve saber onde fica a Praça Etelvina da Luz, mas quase todos já ouviram falar do famoso Banco Redondo. Quando cheguei por aqui, no início dos anos de 1980, não era a Ponte Hercílio Luz (visível à distância) que me davam como referência. Cada vez que eu perguntava onde era tal lugar, a primeira frase era: “Não tem o Banco Redondo?”. Levei um tempo a encontrá-lo, porque imaginava se tratar de uma instituição financeira cuja arquitetura fosse efetivamente arredondada.

Mas não, o Banco Redondo é apenas um banco redondo mesmo, num minúsculo e triangular espaço público, a tal Praça Etelvina da Luz, com um flamboyant no meio e uma mesa de xadrez ao lado, cercado pelas barulhentas Mauro Ramos e Altamiro Guimarães. Seu tamanho reduzido, porém, não lhe tira a importância. Palco de protestos, namoro, debates, tiroteios, teses, o Banco Redondo, com seus 15 metros quadrados, resistiu a todas as pressões imobiliárias. Dizem até que para obter o “Mané card” é imprescindível saber de sua localização.
Leia o texto completo (e visite o Blog do Brüggemann).

Em tempo: na divertida eleição das 7 Maravilhas do Mundo Mané, criada pelo publicitário Fernando Pascale durante agosto e setembro e feita através de uma comunidade no Orkut, o Banco Redondo ficou em terceiro lugar (a foto que ilustra o post veio do álbum do perfil das 7 maravilhas).

Veja a localização do Banco Redondo no mapa.


Exibir mapa ampliado

4 comentários:

  1. Andressa Fabris8:27 PM

    Hahahahaha! Sempre conto a história do banco redondo quando falo dos meus momentos inesquecíveis na Ilha. A caloura do interior procurava o Sindicato dos Jornalistas para uma pautinha para a aula do Scotto. Liguei pra saber onde ficava o sindicato e veio a resposta: na frente do banco redondo. Subi e desci a Mauro Ramos atrás de um prédio parecido com o fórum. Não acreditei quando vi aquele banco de praça!! Hahahaha! Pegadinha de mané na caloura! bj

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  2. Moro muito próximo ao conhecido banco redondo. Já sentei uma vez lá, com o cachorrinho. Simpático.

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  3. Ali perto de casa. Minha tia trabalhou na banca que tinha ali.

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  4. Valeu pela canja, Alexandre,
    de cantar no teu blogue.
    Aquele abraço.
    Fabão.

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