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terça-feira, 4 de março de 2008

Pensamentos Públicos na (e sobre a) Europa

Já disse para a Aline Cabral que os posts-crônicas do Pensamentos Públicos valem um livro. Para confirmar minha “tese”, leia a seqüência de posts publicados por ela sobre sua recente viagem para Paris e Amsterdam. Abaixo, reproduzo o primeiro post da série e, em seguida, linko os outros já publicados. Divirta-se.
Só acontece com “moá”
(Aline Cabral / Pensamentos Públicos)

Anotei tudinho da viagem a Paris (e Amsterdam!) num bloco, mas ainda não decidi como vou contar. Pra não ficar muito tempo esperando, decidi relatar algumas situações pitorescas pelas quais passei lá no velho mundo. Essas não estão no bloquinho e tenho medo de esquecer, portanto, aí vai o registro:

Na minha primeira noite, um frio congelante, entro numa farmácia pra comprar lenço de papel e adivinha com quem dou de cara?? Marco Nanini. E adivinha o que eu falo??

- Marco Naniniiii!!! Que bom encontrar alguém conhecido!

No mesmo minuto ele começou a rir e eu me manquei, mas a emenda ficou pior que o soneto:

- Quer dizer, tu não me conheces, mas eu te conheço, né?

Só faltou eu chamar de Lineuzinho e pular no colo. Apesar de tudo, ele foi um fofo, super simpático, perguntou o que eu estava fazendo lá, etc. E o mais incrível: eu não pedi pra tirar foto. Embora tenha me arrependido depois.

Ele saiu da farmácia e eu entrei na fila pra comprar lenço de papel. Mas peraí: como é lenço de papel em inglês mesmo? Porque em francês, nem pensar. Bom, pela enésima vez emendei um “sivuplê, jeneparlepá francê, parlevu anglé?” pra moça na minha frente, que disse que “yes”, super simpática. Então eu perguntei pra ela como se diz em francês “those paper for cleaning the nose”. Sabe o que ela me respondeu? “Kleenex”. Virei motivo de chacota na farmácia.
Leia também:
Só acontece com “moá” - parte 2
A primeira vez a gente nunca esquece
Chegada à brasileira
Doze horas sem parar
Mudança de endereço
Amsterdam
Um capítulo à parte
Moda em todo lugar
Sexto e sétimo dias
Cuidado com o que (e onde) fala
Latinidad
Último dia em Paris

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Um comentário:

  1. Oi Alexandre!
    Como são as coisas... antes de começar a escrever eu comentei com o Gustavo que os leitores iam me xingar, mas que eu precisava registrar a viagem pra não esquecer depois. Pelo jeito não desagradou tanto assim, né?
    Valeu pela propaganda! Sobre o livro...quando vamos conversar? beijo!

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