Se vivo hoje momento profissional especial, como gerente de produtos de internet do Grupo RIC, devo isso ao fato de ter virado blogueiro lá em 2004, oficialmente, depois de alguns ensaios dois ou três anos antes. Abrir o blog me levou a estudar por conta própria, a experimentar ideias e ferramentas e a desenvolver rotinas de produção e gestão de conteúdo, além de aprender a desenvolver produtos web - do meu Rock SC ao RIC Mais.
Atualmente, o blog é menos laboratório de jornalismo online. Segue mais a ideia original que era para ser um cantinho extra para eu escrever sobre música, cinema, TV, humor e outras bobagens que não cabia na minha rotina de trabalho na época. O tempo que sobra hoje para atualizar o blog é pouco, mas, ainda assim, me divirto, procuro caprichar nas postagens. :)
Ilustro a data com a nuvem de tags abaixo que exibe 2.000 palavras tiradas aqui do blog. Junto, vai também um muito obrigado tão grande quanto a nuvem a todos que de uma forma ou de outra serviram de motivação para que eu continuasse com o Coluna Extra ao longo destes 9 anos. Vamos em frente.

Eis uma provocação para os amigos que trabalham com assessoria de comunicação: por que em determinados segmentos, a estratégia de comunicação parece ser gerenciada por um ninja, aquele que cria a cortina de fumaça e desvia o foco, a atenção para outro fato com relevância quase zero? É mais do que um factóide para aparecer na mídia. É uma ação para desviar o olhar em vez de informar ou se comunicar olho no olho - o que me parece uma atitude pouco eficaz. 
Estive sábado, dia 27, conversando com os alunos do MBA em Jornalismo: Gestão Editorial, em Florianópolis, promovido pelo 